terça-feira, 27 de outubro de 2009

25 de Outubro de 2009, Domingo

Então, na sexta (23/10/09) teve aquele sonho esquisito. Foi diferente dos sonhos que eu já tive, com exceção do sonho com a minha mãe morta.

Enfim, nesse sonho eu encontrava um garotinho que estava perdido e o levava para casa. Havia algo especial nele, sei lá. Eu me apeguei muito ao garoto, mas minha avó dizia que uma hora ou outra ele iria embora.

Passou algum tempo, até que eu finalmente sentisse que ele estava me deixando. Daí procurei por ele e o encontrei brincando com outras crianças. Chamei pelo seu nome, mesmo não me lembrando qual era agora, e então ele veio até mim, eu o abracei e disse que ele era muito importante por mim, e que eu sentiria muita falta dele. “Eu também vou sentir sua falta”, disse.

E foi nesse momento em que acordei sentindo uma angústia, sem saber o que estava acontecendo. Mas toda vez que fechava os olhos, me via dizendo adeus ao garoto. Não sei exatamente o que provocou isso, mas segundos depois eu estava chorando. E não eram aquelas lágrimas pingadas... Ah, não... Eu estava mesmo me debulhando em lágrimas. Quase que literalmente.

Fiquei assim por 5 minutos e me controlei. Então as idéias começaram a surgir na minha cabeça. Pensei que aquilo era algum tipo de aviso, sinal... Sei lá. Na dúvida, orei (e chorei mais um bocadinho) e pedi a Deus que protegesse o Rafa, o Leandro e Marco. Porque foram as primeiras pessoas que vieram à minha cabeça.

Nem preciso dizer que não consegui dormir mais depois disso, não é?

O fato é que passei o resto do dia aflito, sem ter como falar com nenhum deles (dinheiro, sabem) e tive que esperar até o dia seguinte para me certificar de que todos estavam bem. Apesar de que ainda não falei com o Rafa, o que não me deixa 100% tranqüilo.


Mudando um pouco o foco, o Roberto me ligou nessa mesma sexta-feira querendo me ver. Mas eu estava esperando umas ligações, então o encontro foi adiado. Só que menos de 10 minutos depois, ele me mandou uma mensagem dizendo que eu tinha sido frio e que havia deixado claro que não queria nada sério.

Olá? A conversa não durou nem 2 minutos. Como ele pode ter tanta certeza? Quero dizer, minha cabeça estava cheia de coisa, mas eu sei que não agi com frieza. Distraído, talvez. Mas frio não.

Se eu não quisesse nada com ele, esse casinho não teria passado do sábado. Mas não... Isso é o que se ganha por esperar demais de relacionamentos como esse. Eu já deveria saber, né. É triste, mas eu nunca aprendo. Tsc, tsc.


Apaixonado pelo Sheldon. Sério. Não há personagem fictício mais fofo que ele. E o Marcos lembra muito ele. Hmmm. Sugestivo.


Esperando receber dinheiro para acertar a internet. Mal posso esperar.




Alerta: indícios de que antigos sentimentos, que aparentemente estavam mortos, estão dando sinais de vida. Nada bom.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

3) Pauta para site: Para quem vocês dariam cartão vermelho?

Cartão vermelho para toda e qualquer pessoa que se acha melhor que os outros (principalmente quando não são).

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

I am... Bonito.

• Pauta: como vocês lidam com o amor próprio? Com a autoestima lá no céu, sendo felizes exatamente como são, ou com aquela angústia no peito de quem não consegue se sentir confortável dentro da própria vida? É fácil gostar de sim mesmo quando um monte de outras coisas direciona a gente para o contrário? Quem conseguiu superar uma dessas fases em que nossa autoestima tá lá no pé? Quem sofre com isso?



Estaria contando uma mentira se dissesse que nunca tive problemas de autoestima. Acho que isso é uma fase pela qual todos nós passamos. Só que algumas pessoas encontram mais dificuldades que outras, porque existem inúmeras coisas que causam isso. Mídia, “amigos”, família...
No meu caso, particularmente, era coisa da minha cabeça mesmo. Via coisas onde não existiam e queria que existissem coisas onde não poderiam haver. Mas com o passar do tempo, percebi que me sentir pior que os outros era uma coisa bem boba. Quero dizer, há coisas que realmente podem melhorar e outras não. Precisava aprender a conviver com isso. E aprendi.
Hoje sou bem mais eu (o que pode parecer clichê, mas é verdade) e não dou a mínima para comentários maldosos e fúteis, ou para pessoas inseguras que usam terceiros para aliviar suas frustrações só por prazer.
E como diz aquela música, “eu sou bonito, não importa o que digam. Palavras não podem me derrubar. Então não tende me derrubar hoje (nem nunca!)”.


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Depois de um bom tempo sem postar aqui, já era mais do que hora de voltar. So, here we go again. =)

domingo, 2 de agosto de 2009

the diary, pt. 3.

Eu pensei em desistir. Sério. Achei mesmo que já estava tudo perdido e que eu, como sempre, havia ferrado tudo. Mas onde estava a coragem para seguir em frente sozinho? Muito bem escondida, podem acreditar.

O fato é: eu estava dividido entre orgulho, razão e coração. Só que como de costume, meu espírito amanteigado (tipo o do Veni ouiahio) levou a melhor. Então eu continuo no stand by.
Alguns me diriam para seguir o meu caminho (mas, que caminho?), outros me diriam para fazer uma substituição (podemos podar uma árvore e outro galho mais novo nascerá. Mas será que podemos fazer o mesmo com as raízes? Eu acho que não) e por fim, outros me diriam para continuar esperando ("até quando?", é o que quero saber).

* pausa de 20 minutos para tomar chamédio e comer uma barra de Talento (ok, metade dela)*

Se bem que um dia eu senti raiva. Tipo, muita. Mesmo. Passei o dia todo com um humor péssimo. Queria muito uma explicação, mas nada de bom me ocorria no momento (para fazer, claro). Então o dia acabou, e com ele se foi a minha raiva.
Ânimo instável, vulnerável e extremamente irritadiço. Se não por certas pessoas, juro que já teria jogado tudo para o ar. Sou imensamente grato por todo amor e suporte. <3

A carta de hoje será "A Esperança", por motivos óbvios. Do que me importa se nesse último mês eu vivi rodeado de trevas (com um grande brilho)? Ontem uma luz foi acesa e há algo diferente no nada. Sem mais névoa.


Ele me ama. ;')


terça-feira, 21 de julho de 2009

the diary, pt. 2.

"É incrível como algo tão doce veio e mudou a minha vida".
Foi nisso que fiquei pensei pensando ensses últimos dias. O tempo que passei com o Veni me fez tão bem e eu tinha me acostumado tanto com isso, que rês dias sem ele estava quase me deixando maluco. Quase. Me esforcei para deixar alguma sanidade para quando ele voltasse, claro.
Tudo bem que nos falamos por telefone dois dos três dias que ele esteve fora. Mas poxa, 10 minutos não é nada comparado a 8 horas (eu ainda acho isso pouco, haha).
Mudando o foco... Outra coisa que veio junto com a nossa relação foi o meu sentimento para com ele e a intensa felicidade que se sobrepôs na minha vida. Considerando as difi
culdades pelas quais eu estava passando, o Veni me apareceu como uma imensa fonte de luz na escuridão. Me fazendo mais feliz e completo do que eu havia sido em meses.
Agora falta só uma coisa para tornar minha felicidade completa. Só uma.
Até lá, vou seguindo o meu caminho ao lado da pessoa mais fofa que Deus colocou no meu caminho. Meu milagre pessoal, meu raio de sol. A pessoa pela qual eu me encontro incondicionalmente apaixonado. ;)

V.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

someone, one day, sent me this.

Pelo que vale, nunca é tarde demais. Ou no meu caso, cedo demais. Seja aquilo que quiser ser. Não há limite de tempo, pode começar quando quiser. Pode mudar ou ficar na mesma. Não há regras para isso. Pode escolher o melhor, ou o pior da vida. Espero que escolha o melhor da vida. Espero que veja coisas que a surpreendam. Espero que sinta coisas que nunca sentiu antes. Espero que conheça pessoas com diferentes pontos de vista. E espero que viva uma vida da qual se orgulhe. E se pensar que é capaz, espero que tenha a força para começar de novo.

Algumas pessoas nascem para sentarem na beira do rio.
Algumas pessoas são atingidas por raios.
Algumas têm ouvido para a música.
Algumas são artistas.
Algumas nadam.
Algumas entendem de botões.
Algumas conhecem Shakespeare.
Algumas... são mães.
E algumas pessoas... Dançam.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

the diary.

12 ou 13 de Julho, tanto faz.

Mais de 10 dias de não-contato com o Rafael.
E ok, eu decididamente fiz algo horrível. Nada mais poderia justificar esse afastamento. (?) Não que eu fosse precisar de um aviso do tipo "olha, cansei. De hoje em diante será como se você nunca tivesse existido". Mas qualquer explicação seria bem vinda. Muito obrigado.
Pouco mais de 5 dias (o que me parece absurdo, uma vez que sinto como se fossem anos), eu conheci alguém. Quero dizer, "alguém" não é uma boa palavra para definir ou descrever uma pessoa como o Vinícius (porque esse é o nome dele <3).
Começando a epopéia com uma visita minha ao perfil do Pedro (thanx god). Depois uma olhada (básica, claro) no scrapbook e BANG! Aconteceu. Vi o perfil dele e lá fui eu fuçar. "Damn, ele mora em Feira, bem perto daqui. E oh minha nossa, ele com certeza faz o meu tipo". Foi exatamente o que pensei. Bom, para mim era o suficiente para puxar assunto. Óbvio, foi o que fiz.
Que fique bem claro: me apaixonar assim não estava em meus planos (sério! Aconteceu e eu estou imensamente feliz. De um jeito que não me sinto há muito tempo).
Claro que eu poderia falar sobre o quão perfeito ele é e sobre todos os nossos planos. MAS, daria muita coisa e eu estou (estava rs) com sono.
Sobre o assunto do começo, FYI, eu AINDA não desisti. Só dando um tempo. Mas se for para ser assim, que seja. Uma parte do que me tornei vai ser arrancada e meu mundo vai se romper em chamas. Enfim, quem se importa? Tá todo mundo ocupado demais "curtindo a solidão" para se preocupar em dividir o peso da carga com quem, para todos os efeitos (ou defeitos), costumava ser o melhor amigo.

Pequena nota para mim mesmo: nunca mais ver The Unborn. MORRI DE MEDO.